2007, here it comes…
Sábado Janeiro 06th 2007, 12:56
Arquivado em:
LIMBO
Ok, it’s the new year already, and it doesn’t seem like I’m a new guy or something. What I can tell is that I’m busy as hell lately, trying to sell my car, searching for a motorcycle, getting used to my new job, living under new circunstances, bla bla bla.
I’ve never been a huge fan of this “party times” and I won’t say a word about the way people always forget about everything, when the priority is the gift-hunt. So, the year turned into a new one, I might be one year older than last year, but everything else remains the same. By the way, today is the 6th and I don’t hear people saying “Happy New Year” to each other anymore, so it really is a 5 to 10 days celebration and that’s all.
This was supposed to be a short excuse to why I’m not writing daily and it’s getting bigger than I expected, so let’s cut it out.
The last words, and maybe my only concern right now, is my kind of little wish that you can see below.
“I only hope 2007 to be a better one, in every little thing, starting by now”.
Be happy.
Thumbsucker (Impulsividade)
Terça Janeiro 02nd 2007, 21:39
Arquivado em:
CINEMARAMA
Escrito e Dirigido por Mike Mills, é baseado no romance de Walter Kirn. Pra começo de conversa, o filme ganhou a minha atenção quando percebi o assunto abordado: DDA - Distúrbio do Déficit de Atenção. Já havia lido um livro que explicava essa questão e, pela primeira vez, deparei-me com alguém mais divagando sobre o tema. Somado isso à arte do DVD, foi o suficiente para que eu considerasse o filme digno de uma olhadela.
Logo de cara fiquei empolgado com a atuação de Lou Pucci como protagonista da história. Trata-se de um garoto que exala sensibilidade e tato apenas com um olhar, ou com um gesto qualquer. O enredo pode parecer clichê, mas a delicadeza com que o diretor desenrola a trama e o ritmo da história dão um brilho especial.
Basicamente, temos um garoto no alto de seus dezessete anos, que enfrenta as incertezas típicas da idade: insegurança, dificuldade nos relacionamentos e as primeiras investidas sexuais. Como se não bastasse, ele ainda tem que lidar com um problema maior que é o seu vício em chupar o dedo. Hábito comum entre crianças pequeninas, mostra-se presente na adolescência de Justin. Para ajudá-lo, entra em cena um despretensioso Keanu Reeves que interpreta um dentista, amigo e guru-nas-horas-vagas.
O filme fala de auto-afirmação, auto-estima e autenticidade, em tempos conturbados e malucos como os de hoje. E como trilha sonora, temos uma banda como carro chefe e um artista póstumo como adicional. A banda chama-se Polyphonic Spree e foi uma grata surpresa, pois até então eu achava tratar-se de uma espécie de banda de auto-ajuda, vide uma apresentação que vi com todos os integrantes da banda (uns 15) vestidos de branco e alinhados como um coral de igreja. Neste filme, eles mostram um pouco mais do que andam fazendo. Já o adicional, trata-se do trovador Elliott Smith, que já havia emplacado a canção Miss Misery com o filme Good Will Hunting (Gênio Indomável). E depois de tudo isso, Lou Pucci até parece um “Mini-Smith”. Ótimo filme!